Psicóloga Ensina Como Encarar Com A Arrogância Dos Colegas De Trabalho

Karine Gaia, coordenadora de marketing pela Convenia. O vontade de vivenciar uma nova experiência profissional tem levado profissionais bem-sucedidos a procurar outras experiências em startups, onde são capazes de ter mais liberdade e colaborar pro crescimento do negócio de forma mais participativa. Coordenadora de marketing pela Convenia, startup que fornece software de gestão de recursos humanos (RH), Karine Gaia trabalhou em duas agências digitais multinacionais. “Comecei na Isobar como estagiária e fui efetivada como analista de projetos. “Fiz muitos cursos e localizei que a máquina de vendas A Nova Entrevista De Serviço é voltada a inbound marketing.

Entre as coisas que fizeram brilhar os olhos da jovem de 25 anos estão a oportunidade de desenvolver e moldar o departamento de marketing com total autonomia. “Acima de mim só há o CEO. Karine diz que o clima no trabalho atual é inteiramente desigual. Natural de Perfeito Horizonte, a diretora de operações da plataforma de vídeo da Samba Tech, Isabela Martins, entrou pela Ambev por intermédio do programa de trainee, em 2014. Sugestões Pra Melhorar O Relacionamento Com Funcionários Ao concluir o programa, fui contratada como especialista em recrutamento e seleção. Qualidade De Existência No Lugar De Trabalho , diretora de operações da Samba Tech.

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Mesmo tendo compreensão de crescer pela carreira e de continuar sendo desafiada, Isabela queria tentar outro modelo de negócio. “No meu tempo de férias fui à Lindo Horizonte e visitei 10 startups pra aprender como funcionava o item ‘gente e gestão’. No ano anterior, após concluir entregas pendentes pela Ambev, Isabela foi trabalhar na Samba Tech, como gerente de performance. “Implantei o sistema de metas e de gerenciamento de processos.

Em maio desse ano assumi a diretoria de operações, que engloba a fração de gente e a área comercial”, conta. Segundo ela, numa vasto empresa o profissional vê numerosas decisões serem tomadas e necessita de acatá-las. “Nas startups, as pessoas ajudam a elaborar as decisões, as estratégias, os caminhos. É muito mais que realizar uma rotina, é definir, viver e raciocinar por qual caminho escoltar em termos de pessoas, de estratégia e de artefato.

André Braz, diretor de experiência do usuário da Biz Capital. Segundo ele, designer é um profissional que projeta pra responder desejos e necessidades que ainda não foram atendidas. “Isso é inovar pela concepção do designer, e as startups nascem com essa premissa”, avalia. Braz diz que o modo de transformação foi longo. “Estava confortável no trabalho. Ao completar quarenta anos comecei a ponderar o que iria assimilar daqui em diante.

Também, tenho família. Para escolher o lugar e as pessoas com quem iria trabalhar, ele agiu da mesma forma que um investidor no momento em que opta onde vai investir. Há oito meses, Braz é diretor de experiência do usuário pela BizCapital, fintech de crédito pra PME’s. “O que me atraiu foi o fato de os fundadores terem a cabeça muito sofisticada e inovadora”, conta.

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Feliz, ele diz que nada se compara a viver o clima do dia-a-dia de uma startup. “Entender isto é mais complicado sem estar dentro. Estou sendo exibido a outras infos e isso é belo. Professora da Fundação Dom Cabral, Graciosa Fernandes diz que dentro das corporações tradicionais falta nova maneira de trabalhar com inovação e propósito, em termos pessoais e assim como sociais.

Perfeita Fernandes, professora da Fundação Dom Cabral. “Nas startups, o profissional acha um jeito de vida que não privilegia status e privilégios, contudo a ligação de todas as tribos. Diretora de alteração de carreira e gestão da transformação na consultoria LHH, Irene Azevedoh acrescenta que essa experiência é muito rica e desenvolve uma série de habilidades que, no futuro, poderão ser atraentes às corporações convencionais.

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“Mas as perguntas que não querem calar são: essas pessoas vão aspirar regressar? As corporações usuais estarão prontas para receber esses profissionais? Irene Azevedoh, diretora de mudança de carreira e gestão da transformação pela consultoria LHH. Com trajetória profissional voltada ao desenvolvimento, eficiência financeira e operacional, o executivo Cláudio Yamaguti iniciou carreira na Credicard, passou pela American Express do Brasil e do México, pelo grupo Prosa S.A.

México, foi presidente do Itaú Unibanco no Paraguai e acababou carreira presidindo a Redecard, aos sessenta e dois anos. Depois disso, passou a investir em startups, entre elas, a Propz, onde preside o conselho de administração. “Nas startups, localizei profissionais com muita competência de botar tecnologia. Claudio Yamaguti, sócio investidor da Propz, que usa big data aplicado ao varejo. Yamaguti diz que não tem mais interesse em ser executivo.

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